24 outubro 2008

"As cenas são centenárias, mas não há quem não sonhe ser a mocinha ou o mocinho que cruzam olhares no embalo de uma serenata, que tenham nos olhos o reflexo da chama amarelada das velas sobre a mesa de jantar e que, emocionados, molhem o sorriso com lágrimas na entrega da rosa. O comportamente parece ridículo, mas também não há quem não sonhe em ficar sentado horas esperando o telefone tocar para, depois, relembrar palavra por palavra dada do outro lado da linha; escrever frases bregas no cartãozinho mais brega ainda(e achar um exemplo de bom gosto e originalidade); ficar sem fome(ou comer demais); ouvir música(melosa) sem descanso e perder o maior tempo imaginando os passos do outro. Não há quem não queira ser o motivo da "loucura" e da inspiração(mesmo desastrada) para o versinho que vem assinado pelo Chuchu, pelo Fofo ou pela Gatinha - apelidos que fazem o resto do mundo cair na gargalhada e ele(a) se sentir realmente fofo, um chuchu ou uma gatinha-. Os últimos românticos ganharam milhões de companheiros. O romantismo sobreviveu a todas as foram de revoluções de comportamento. Ele pode ter emprestado as vestes da modernidade, mas, despido, ainda tem as velhas formas que emocionam todas as gerações. Não há como negar. Não há quem não queira ser o 'te' do Eu te amo."

[Texto que eu peguei no fotolog de uma amiga]

15 outubro 2008


Troquei de carinhos, lábios, de abraços tentando suprir a falta que vez ou outra eu chego a sentir.
Engraçado como é momentâneo, faço questão de ter outros em minha vida. Tento investir em algum, mas meu coração não quer entender isso de jeito algum. Talvez ele consiga ser mais burro que eu.
Mas sei que eu não vou me arrepender de ter ouvido ao meu coração toda vez que ele queria gritar para todo o mundo o quanto ele precisa de você dando os cuidados devido a ele..
Ontem soube de uma notícia onde a velha cerveja não deixou pesar tanto.
Graças à cerveja não senti a dor que eu esperava sentir, mas ainda sim é meio confuso ver como uma vida de dois anos pode ter terminado desse modo tão melancólico.
Talvez você esteja conseguindo levar a sua vida adiante, talvez nem exista mais sentimento por mim e sim por outra garota. E hoje eu que me vejo como a terceira da história, não é para eu estar aqui parada esperando você querer chegar. Não é para eu ser um calo nos seus relacionamentos.
Eu preciso do meu relacionamento, eu preciso de alguém que possa me dá o mesmo que eu tenho para oferecer e você não tem, nunca teve. Sempre me contentei com pouco ao seu lado.
E talvez seja isso o que Deus quer, quer me recompensar, mas para isso eu preciso me livrar de todo um passado que eu construí sozinha, iludindo com sonhos, beijos verdadeiros, cobertores, chuvas e brigadeiro em dias frios.
É passou! e eu ainda me mantenho aqui em pé, mas morrendo de vontade de de deitar e ficar chorando até passar!

Que horas?


Já é madrugada. Os grilos cantam enquanto eu escrevo. Todos dormem, minha alma faz tempo que não descansa, parece ter insônia constante e não consegue se desligar da sua. Preciso de calma, preciso de um “eu te amo” de um desculpa e você dizendo “eu não queria e não quero te fazer sofrer.” Parei de falar com Deus sobre nós hoje, não vou mais pedir suas migalhas de amor, um amor sujo que consome o meu ser. É um querer tão intenso que eu tenho por você que chego a pensar que deve ser encosto. Almejo-te com todas as forças, com todo o coração e eu me vejo ridícula pedindo isso tudo. Não consigo colocar na minha cabeça que você não seja o homem da minha vida e procuro qualquer refúgio, qualquer lembrança mesmo que antiga que me mostre o quanto você é bom. Mas elas não se encontram mais no grau de freqüência quando você me vem a mente. Só consigo lembrar as brigas, dos foras, das lágrimas, das dores que eu passei e mesmo assim não paro de acreditar que um dia você veja a pessoa que sempre te quis de qualquer jeito, com qualquer condição e veja a oportunidade que perdeu de receber um amor intenso e altamente verdadeiro. Chegou a hora de eu desistir de você. A nossa história já teve ponto final e eu vivo apagando e colocando vírgulas esperando que nunca faltem linhas para eu continuar a escrever. Poderia dizer que a nossa vida se resume em um circo onde eu sou a grande palhaça, onde fico rindo das minhas própias desilusões e você é um dos integrantes da platéia onde acha interessante todos os risos, todas as desilusões que eu tento transformar em alegrias forjadas para vê se assim eu consiga me convencer que sim, eu posso ser feliz sem você!


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Escrito faz um tempinho.

12 outubro 2008


Uma lua no céu
Eu fiz sorrir
E você nem aí
E no pingo da chuva
Dei um nó
No final fiquei só
Você nunca mereceu
Você nunca se tocou
Nunca mais você e eu
Já morreu, já passou...

06 outubro 2008


Conheci outro rosto, outro beijo, outro carinho, outro abraço e outro afago.
E quer saber? gostei! :}
Estou quase um robô, porque as coisas estão se tornando automáticas até demais. Mas dessa vez eu que aperto o botão de liga e desliga!

02 outubro 2008


Parei de tentar, lembrar, querer.
Agora só quero esquecer.