10 agosto 2009

Você virou fumaça no meu peito.



"Meu corpo todo pede o seu calor
Mais um trago para me aquecer
Por tempo ainda resta a minha voz
E eu pretendo lhe dizer
Que vou Ter que lhe deixar
Pra Ter ar nos meus pulmões.
Eu preciso lhe apagar de mim..."



Não importa quantas cervejas e cigarros eu consuma, parece que as coisas sempre acabam desse mesmo jeito.
Mas antes que eu fique sentada em uma mesa de bar, me embreagando com qualquer coisa, tendo o mesmo diálogo de sempre, com as mesmas pessoas de sempre, e achando que isso vai preencher os meus vazios, eu abro mão. Dessa vez vou tentar, não vou deixar o meu corpo falar por mim, isso só deixam as coisas mais levianas do que já estão.
Sei que o destino acaba me dando as respostas, das perguntas que eu nem ouso mais fazer. Não vou mais discutir achando que eu sei o momento certo para tudo, com coisas que eu nem sei se eu vou ter a oportunidade de experimentar.
Agora tá mais fácil, mesmo que não aparente estou mais leve, talvez seja a distância, tempo, e aquelas consequências, ainda não sei, só sinto.
Então, deixa a vida me levar...